terça-feira, 21 de abril de 2015

10 FILMES PARA REPENSAR A EDUCAÇÃO



1. Quando sinto que já sei 
Custeado por meio de financiamento coletivo, o filme registra práticas inovadoras na educação brasileira. Os diretores investigaram iniciativas em oito cidades brasileiras e colheram depoimentos de pais, alunos, educadores e profissionais. 

Duração: 78 minutos 
Ano de lançamento: 2014 (Brasil) 
Direção: Antonio Sagrado, Raul Perez e Anderson Lima


2.     A Educação Proibida
Gravado em oito países da América Latina, o documentário problematiza a escola moderna e apresenta alternativas educacionais em mais de 90 entrevistas com educadores. O filme é independente e foi financiado de forma coletiva. 

Duração: 145 minutos 
Ano de lançamento: 2012 (Argentina) 
Direção: German Doin e Verónica Guzzo 


3.     Pro dia nascer feliz 
 

O filme mostra o cotidiano permeado de desigualdade e violência de jovens de quatro escolas públicas brasileiras, em Pernambuco, São Paulo, Duque de Caxias e no Rio de Janeiro. 

Duração: 89 minutos 
Ano de Lançamento: 2006 (Brasil) 
Direção: João Jardim


4.     Além da sala de aula 
Baseado em fatos, o filme narra a trajetória e os desafios enfrentados por uma professora recém-formada em uma escola temporária para sem-tetos nos Estados Unidos. 

Duração: 95 minutos 
Ano de lançamento: 2011 (EUA) 
Direção: Jeff Bleckner


5.     Sementes do nosso quintal 
A infância é o tema central do documentário, que foca no cotidiano da Te-Arte, uma escola infantil inovadora que foca no estímulo da criatividade infantil, e na trajetória da idealizadora Thereza Soares Pagani. 

Duração: 115 minutos 
Ano de lançamento: 2012 (Brasil) 
Direção: Fernanda Heinz Figueiredo


6.     Quando tudo começa 
Em meio à miséria e à indiferença do governo francês, um professor de uma escola pública se envolve com as situações vividas pelas famílias das crianças e protesta contra as políticas sociais do país. 

Duração: 117 minutos 
Ano de lançamento: 1999 (França) 
Direção: Bertrand Tavernier 



7.     Paulo Freire – Contemporâneo
Entrevistas com familiares, pedagogos e o próprio Paulo Freire apresentam o pensamento e a atemporalidade do método de alfabetização do educador. 

Duração: 52 minutos 
Ano de lançamento: 2006 (Brasil) 
Direção: Toni Venturi


8.     Tarja Branca
Tratado com seriedade, o direito de brincar é o tema deste documentário, que aborda o conceito de "espírito lúdico" e convida para a reflexão do desenvolvimento do homem adulto. 

Duração: 80 minutos 
Ano de lançamento: 2014 (Brasil) 
Direção: Cacau Rhoden


9.     Entre os muros da escola
Uma sala de aula na periferia de Paris simboliza o choque cultural presente na França contemporânea: François Marin, um professor francês, busca formas de se aproximar de seus estudantes asiáticos, africanos, árabes e franceses. O longa é baseado no livro homônimo de François Bégaudeau, protagonista da narrativa. 

Duração: 130 minutos 
Ano de lançamento: 2008 (França) 
Direção: Laurent Cantet


10.  Mitã

Educação, espiritualidade, tradição e cultura da criança se misturam na narrativa, inspirada pelos pensamentos de Fernando Pessoa, Agostinho da Silva e Lydia Hortélio. 

Duração: 52 minutos 
Ano de lançamento: 2013 (Brasil) 
Direção: Lia Mattos e Alexandre Basso

PESQUISA CELULAR EM SALA DE AULA

Pesquisa realizada entre os leitores da Revista Educação, ano 18, número 216 - www.revistaeducacao.com.br




Na mesma edição da revista, na página 13, o especialista André Toreli Salatino, da Feusp aborda uma pesquisa que mapeia o celular em sala de aula.

Como os jovens das escolas da periferia constroem sua experiência escolar em um contexto marcado pela disseminação maciça de aparelhos tecnológicos? Essa foi a pergunta que norteou a pesquisa etnográfica conduzida pelo especialista André Toreli Salatino, da Feusp. O projeto envolveu um trabalho de campo prolongado em uma escola da periferia de São Paulo e se baseou na observação de dezenas de estudantes e de práticas juvenis fundadas na utilização do aparelho celular, que segundo Salantino, ocupa um lugar central nas relações. Uma de suas conclusões foi a de que os equipamentos não são vistos como instrumentos de aprendizagem entre os alunos, apesar da disseminação desse uso pelas empresas de tecnologia e por instituições de ensino. Longe disso, os aparelhos são manuseados livremente, sem a intervenção dos professores, e criam redes de relações paralelas às vivenciadas presencialmente. Nesses momentos, os alunos se “ausentam” da sala de aula, direcionando sua criatividade, tempo e energia para o mundo virtual, pontuou o estudioso. A pesquisa aponta para a necessidade de os educadores repensarem a liberação destes aparelhos nas escolas e apara a importância da criação das situações de aprendizagem envolvendo os equipamentos, já que estas situações não serão criadas espontaneamente, como frisou.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A EDUCAÇÃO DOS FILHOS

Texto reproduzido no site da Udemo - www.udemo.com.br


Persistência na educação dos filhos

ROSELY SAYÃO

Vivemos numa época bem complexa para os mais novos e os seus pais. Nunca as contradições foram tão intensas: se, por um lado, os pais declaram o amor incondicional aos filhos e os tornam o centro da vida familiar, por outro lado, testemunhamos uma enormidade de queixas desses mesmos pais em relação às crianças e aos adolescentes.
Todo mundo já ouviu algumas frases ditas por adultos que têm filhos -ou que se referem a eles- do tipo: "Meu filho tem um problema", "Não sei mais o que fazer", "Eu já fiz de tudo, não tem jeito", "A escola tem reclamado muito do comportamento dele", "Nós pais estamos perdidos", "O que eu faço?", "Devo procurar ajuda profissional?" etc. Vamos tentar entender alguns pontos dessas questões.
Primeiramente: ter filhos, hoje, para muitos adultos, não deveria trazer problemas, dificuldades, dúvidas e renúncias, e sim delícias, prazer, satisfação e desfrute. Ocorre que, quem tem filhos, por mais ou menos uns 20 anos -às vezes mais- irá enfrentar percalços, consigo mesmo e com os filhos; terá de fazer escolhas e se defrontar com dilemas e perguntas que não têm respostas certas e que se transformam à medida que os filhos crescem, mas que permanecem.
Ora é o sono, a birra, a agressividade descontrolada e a recusas às regras familiares; ora é o estudo, a difícil aprendizagem das letras e dos números, a alimentação e a vida social; ora é a balada, o sono sempre desregrado, a bebida alcoólica e outras drogas, e assim por diante.
Então, senhores pais, é preciso aceitar o fato de que sim, eles dão e darão trabalho por motivos simples: recusam o mundo adulto ao qual são sujeitados, precisam experimentar e testar suas possibilidades e, portanto, desobedecer, por exemplo. E, acima de tudo, porque cada um deles é singular, muito diferente do filho ideal que aprendemos a querer ter.
E é exatamente por esse motivo que receitas não costumam funcionar. Ou até funcionam temporariamente, mas as questões que eles nos trazem sempre retornam, de um jeito ou de outro. Mais do que buscar respostas indicadas para esta ou aquela questão, é preciso olhar de perto e de olhos bem abertos cada um dos filhos para que, conhecendo-os, seja mais possível buscar soluções às questões que eles apresentam. E, mesmo assim, saber que as soluções que encontrarmos nunca serão mágicas.
Educar é um processo contínuo e isso significa que os resultados das estratégias que usamos com os mais novos podem não ser imediatos
ou rápidos. Mas persistir por um tempo é o que irá mostrar se podem funcionar ou não.
Caso se constate que a estratégia escolhida não funcionou, é preciso criar outra maneira de abordar a questão. Manter-se potente na função de mãe e de pai não combina com as frases "Não sei mais o que fazer" ou "Não tem jeito". Sempre há outras saídas possíveis. Sempre.
Outras questão importante é que, hoje, mães e pais se percebem julgados como bons ou não no exercício de seus papeis de acordo com o comportamento, performance escolar ou escolhas dos filhos. É preciso resistir bravamente a isso.
Ser uma boa mãe ou um bom pai tem a ver com o vínculo estabelecido com o filho, a dedicação a ele, a disponibilidade para enfrentar as questões que ele, cotidianamente, apresenta, sem esmorecer, sem desistir.
Ser uma boa mãe ou um bom pai tem maior relação com resiliência do que com o comportamento do filho. 

ROSELY SAYÃO é psicóloga e autora de "Como Educar Meu Filho?" (Publifolha)

Matéria publicada na Folha de São Paulo, 7 de Abril de 2015

quinta-feira, 16 de abril de 2015

DESENHO DE NOSSA ALUNA





Desenho de nossa aluna Fabiana Santos Silva, do 2º ano A, Prof. Jovelina - Releitura da obra de Cândido Portinari: Palhacinhos na gangorra

segunda-feira, 13 de abril de 2015

REMOÇÃO SUPORTE PEDAGÓGICO E QAE


                     Pertinente ao Concurso de Remoção do Quadro de Apoio Escolar e Suporte Pedagógico/2015, com previsão de publicação de abertura de inscrições e da relação das vagas em 14/04/2015, tem este a finalidade de informar prazos e procedimentos pertinentes à fase de inscrição/indicação por parte de Candidatos, Unidades Escolares e Diretorias Regionais de Ensino.

                        Solicitamos especial atenção no cumprimento dos prazos estabelecidos e atendimento aos candidatos quanto aos procedimentos operacionais para fins de inscrição, sendo que os mesmos encontram-se disponíveis para consulta, nos manuais operacionais para Candidatos/Unidades Escolares e Diretorias de Ensino, no site: www.gdae.sp.gov.br/Concurso de Remoção/Docentes/2015/Manual.

1- ACESSO AO SISTEMA:
            Alertamos que para o candidato obter o primeiro acesso ao GDAE e cadastrar login e senha, é necessário ter todos os dados pessoais devidamente atualizados no Cadastro Funcional (PAEF), tais como: RG (com dígito se houver), Unidade Federativa do RG, Data de Nascimento e E-mail comendereço eletrônico válido, pois caso contrário o candidato não conseguirá gerar o login e a senha para acessar o GDAE e cadastrar a inscrição, devendo neste caso, a Diretoria/ Escola atualizar o cadastro funcional antes de o candidato conectar-se ao referido sistema.

       2.1-CANDIDATO – QAE E SUP. PEDAGÓGICO:

                   ● Após acessar a referida página, deverá preencher os dados no requerimento de inscrição e efetuar as indicações desejadas, seguindo os passos dispostos no manual de Orientação, concluindo-se a inscrição e imprimindo o Protocolo de Inscrição.
       ● Deverá registrar ao menos uma indicação (via WEB), para efetivar a inscrição.
                   ● Quando se inscrever por união de cônjuges deverá entregar ao superior imediato cópia xerográfica da certidão de casamento ou escritura pública da declaração de convivência marital, expedida pelo Cartório ou Tabelião de Notas e Atestado do Cônjuge (original)
       ● Farão jus a concorrer a remoção nesta modalidade, os candidatos que apresentarem Declaração de União Estável Homoafetiva, conforme Parecer PA nº54/2012 e Comunicado UCRH nº7/2013.
                         Para os candidatos da Classe QM- Supervisores de Ensino e Diretor de Escola, acrescentamos:
● Para o cargo de Supervisor de Ensino, poderá ser considerada, como sede da unidade ou órgão de classificação do cônjuge, qualquer município pertencente à circunscrição da Diretoria de Ensino indicada.”. - Decreto nº 60.649/2014.

2.2- UNIDADE ESCOLAR- somente para QAE:
                       ● O Diretor de Escola deverá receber os documentos entregues pelo candidato caso disponha de títulos para pontuação ou documentação referente à inscrição por União de Cônjuge, o qual deverá ser entregue juntamente com cópia do protocolo de inscrição e encaminhá-los para a Diretoria de Ensino:
                      ● Tais documentos referem-se a:
               TÍTULOS:
               Diploma de curso superior, exceto para Assistente de Administração Escolar, Especialização (360h) e Aperfeiçoamento (180h)
             UNIÃO DE CÔNJUGES:
                 Atestado do Cônjuge (original) comprovando que o cônjuge ocupa cargo ou função em órgão de administração pública direta ou entidade autárquica.
                 Cópia xerográfica da Certidão de Casamento ou Escritura Pública de Declaração de Convivência Marital expedida pelo cartório.

3- AVALIAÇÃO – TÍTULOS/TEMPO DE SERVIÇO

                        3.1 - QAE:

                       LEGISLAÇÃO: Decreto 58.027/2012 / Resolução SE 79/2012

           TEMPO DE SERVIÇO:

                       ● data base para a avaliação de tempo de serviço: 31/12/2014
                       ● Cargo objeto da inscrição: 0 005 por dia, até o máximo de 40 pontos;
                       ● Serviço público estadual (excluindo-se o tempo no cargo – objeto de inscrição): 0,002 por dia, até o máximo de  20 pontos;
                       ● Nº de classes: 0,10 por classe, até o máximo de 7 pontos.
                       ● Os campos referentes a tempo de serviço virão previamente preenchidos, exceto tempo de serviço prestado anteriormente ao cargo, o qual deverá ser digitado manualmente pela DER para todos os inscritos do QAE, portanto, o Diretor de Escola deverá providenciar a declaração de tempo de serviço, conforme determina a legislação vigente.
                      ● Para cálculo de Tempo de Serviço, utilizar os mesmos critérios para a concessão de A.T.S.
                      ● Secretário de Escola e Agente de Organização Escolar (antigo Inspetor de Alunos): considerar tempo de serviço no cargo a partir da efetivação.
                      ● Agente de Organização Escolar (antigo Oficial de Escola) e Agente de Serviços Escolares (antigo Servente de Escola) considerar tempo de serviço no cargo a partir da efetivação – LC 7698/92.
                     ●O tempo de serviço a ser considerado para fins de classificação corresponderá exclusivamente dias trabalhados no serviço público estadual na Secretaria de Estado da Educação.

                       DESEMPATE:
                      ● pelo maior tempo de serviço, exercido no cargo/função, expresso em dias, na classe do QAE.
                      ● pelo maior tempo de serviço, expresso em dias, na unidade escolar.
                      ● pelo número de dependentes
                      ● pela maior idade

                       TÍTULOS:
                      ●Considerar diploma de curso de nível superior, exceto para Assistente de Administração Escolar: 7 pontos, até o máximo de 7 pontos.
                      ●Avaliar certificados de conclusão de cursos de especialização ou de aperfeiçoamento, 2 pontos por certificado, até o máximo de 6 pontos.

                     3.2-SUPORTE PEDAGÓGICO:
                     LEGISLAÇÃO Decreto nº 55.143/2009 alterado pelo Decreto nº60. 649/2014 e Resolução nº95/2009.

                      TEMPO DE SERVIÇO: Decreto nº 55.143/2009
                       ● data base em 30/06/2014,
                       ● utilizar para a contagem os mesmos critérios estabelecidos para concessão de ATS:
                       ● por tempo de serviço, com a seguinte pontuação e limites:

                         Titular de cargo: 0 005 (cinco milésimos) por dia, até o máximo de 50 (cinquenta) pontos;
                        Titular de cargo no atual órgão de classificação: 0 001 (um milésimo) por dia, até o máximo de 10 (dez) pontos;
                       → Designado em cargo objeto de inscrição, anteriormente ao ingresso: 0 002 (dois milésimos) por dia, até o máximo de 20 (vinte) pontos;
                       → Os tempos de serviço a serem considerados, para fins de classificação no concurso de remoção, são os exclusivamente trabalhados no Magistério Oficial da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

                     DESEMPATE:
                       ●pelo maior tempo de serviço no Magistério Oficial da SEESP
                       ●por encargos de família
                       ● pela maior idade

                      TÍTULOS: Decreto nº60.649/2014:

                   ● por títulos, com a seguinte pontuação:
                   → Diploma de Mestre correlato e intrínseco à área da Educação ou em qualquer área de atuação: 5 (cinco) pontos;
                   → Diploma de Doutor correlato e intrínseco à área da Educação ou em qualquer área de atuação: 10 (dez) pontos;

                   → Certificado de Especialização e/ou Aperfeiçoamento correlato e intrínseco à área da Educação ou em qualquer área de atuação: 1 (um) ponto por certificado, até o máximo de 5 (cinco) pontos.”.